Na última aula, dia 8 de abril, o assunto proposto era o ciclo de funcionamento de um jornal. Foi muito legal entender melhor esse veículo, que deve ser "fechado" até as duas da manhã para ser impresso e distribuído até as seis horas. Ganhamos também uma noção de como funciona uma redação, suas hierarquias e divisões, o horário de cada "setor". Mas fomos além dessas informações: foi lançado um questionamento sobre o possível desaparecimento do jornal.
É inegável que ele tem algumas dificuldades. Com prazo para ser encerrado, um fato que ocorreu depois fica fora da edição; o papel utilizado para sua impressão é importado e caro; a sua distribuição é demorada. Mas a importância deste meio de comunicação é muito grande - foi ele quem deu o nome a profissão do jornalismo. Então dá pra se ter uma idéia da discussão que isso gerou em sala de aula, o que foi muito positivo, porque assim vemos as coisas de diversos ângulos.
Mas, acredito eu, que a respo
sta para o dilema já existe e não representaria o fim do jornal, mas uma adequação do mesmo. O e-paper foi mostrado pelos professores e trata-se de um dispositivo eletrônico que se parece com uma folha de papel e pode ser utilizado para ler textos carregados na memória. Ele supre as principais reivindicações dos defensores do jornal-papel: não cansa os olhos, como os computadores; pode ser lido em qualquer lugar; podemos tocá-lo de forma muito semelhane ao papel. Ele seria mais econômico e mais ecológico. Claro que esta é uma tecnologia relativamente nova, ainda de alto custo e com seus problemas também. Mas, como toda novidade tecnológica, tende a baixar de preço e já se têm profissionais em diversas partes do mundo trabalhando para sua melhora.
Não podemos lutar contra o futuro, contra o desenvolvimento, resta fazer isso de forma consciente e responsável. Devemos tirar tudo de bom que a tecnologia nos oferece, e ter cuidado com uma possível dependência dela. O e-paper é só um pedacinho das grandes evoluções que estamos vivendo. O mundo se modificou e as informações estão cada vez mais rápidas, e em maior quantidade. Jornalistas e futuros profissionais da área precisam se atualizar e estar preparados para quando mais mudanças ocorrerem. Devem fazer da evolução uma aliada um prol da boa comunicação. Sempre conscientes da importância dessa profissão, trabalhando com respeito à verdade. O veículo, é só uma questão de adaptação.
É inegável que ele tem algumas dificuldades. Com prazo para ser encerrado, um fato que ocorreu depois fica fora da edição; o papel utilizado para sua impressão é importado e caro; a sua distribuição é demorada. Mas a importância deste meio de comunicação é muito grande - foi ele quem deu o nome a profissão do jornalismo. Então dá pra se ter uma idéia da discussão que isso gerou em sala de aula, o que foi muito positivo, porque assim vemos as coisas de diversos ângulos.
Mas, acredito eu, que a respo
sta para o dilema já existe e não representaria o fim do jornal, mas uma adequação do mesmo. O e-paper foi mostrado pelos professores e trata-se de um dispositivo eletrônico que se parece com uma folha de papel e pode ser utilizado para ler textos carregados na memória. Ele supre as principais reivindicações dos defensores do jornal-papel: não cansa os olhos, como os computadores; pode ser lido em qualquer lugar; podemos tocá-lo de forma muito semelhane ao papel. Ele seria mais econômico e mais ecológico. Claro que esta é uma tecnologia relativamente nova, ainda de alto custo e com seus problemas também. Mas, como toda novidade tecnológica, tende a baixar de preço e já se têm profissionais em diversas partes do mundo trabalhando para sua melhora.Não podemos lutar contra o futuro, contra o desenvolvimento, resta fazer isso de forma consciente e responsável. Devemos tirar tudo de bom que a tecnologia nos oferece, e ter cuidado com uma possível dependência dela. O e-paper é só um pedacinho das grandes evoluções que estamos vivendo. O mundo se modificou e as informações estão cada vez mais rápidas, e em maior quantidade. Jornalistas e futuros profissionais da área precisam se atualizar e estar preparados para quando mais mudanças ocorrerem. Devem fazer da evolução uma aliada um prol da boa comunicação. Sempre conscientes da importância dessa profissão, trabalhando com respeito à verdade. O veículo, é só uma questão de adaptação.
Muito bom o texto, Ágatha! :D
ResponderExcluirBeijos!