quinta-feira, 1 de julho de 2010

Despedida

Oi pessoal, me perdoem o tempo sem postagens, isso é a correria do final do semestre. É claro, tenho muitas novidades pra contar deste tempo sem atualizar. Contei que gravamos um pequeno boletim de rádio né? Pois é, na semana seguinte o meu grupo ficou vinte minutos - que pareceram bem mais tempo - no ar com a rádio da Famecos.
Foi uma tarefa bastante interessante, mas confesso que deu mais que um friozinho na barriga, deu um medo gigantesco de as coisas não sairem legais. Não foi um programa perfeito, com certeza, mas tenho certeza que cumprimos a proposta com a maior dedicação possível. O nosso programa era sobre as bandas internacionais que estão vindo ao Brasil, com um foco especial no Aerosmith, que fazia um show naquela noite, com direito a uma correspondente direta!
Na outra aula, nós aprendemos mais sbre a TV, sua história e linguagem e começamos a nos preparar para mais vinte minutos de fama, agora com as nossas envergonhadas carinhas expostas.
O programa foi dividido em dois blocos de vinte minutos: um de entrevista e um de debate. Entrevistamos a Marilene Melo (minha mãe) que tem um filho com uma doeça rara - síndrome de Patau. A conversa foi leve, apesar de o tema ser sério, e o primeiro bloco foi tranquilíssimo. Já no segundo, aí com a minha participação em frente às câmeras, foi mais tenso porque tinhamos que sustentar dez minutos de diálogo, num debate sem "achismos", mas sem ficar pesao demais. Entre mãos tremendo e suando, o debate saiu e acho que ficou razoável, interessante. Ufa!
E agora, eu estou me despedindo desta cadeira, tomara! Hehehe. Mas eu tenho certeza que vou sentir falta dessas aulas, práticas, dinâmicas e cheias de novidades. Então é isso, eu vou ficando por aqui e gostaria de deixar os meus agradecimentos aos meus professores, que são competentes, bem dispostos e muito queridos! Abração à todos!

quarta-feira, 26 de maio de 2010

Oii pessoal, hoje eu venho contar sobre a aula da semana passada, que foi muito legal. Nós iniciamos, como combinado, gravando boletins de rádio e, após o intervalo, nos ouvimos. Foi uma experiência interessante, porque tivemos uma idéia de como ficam nossas vozes no rádio e dos nossos erros e acertos.
Preciso admitir que foi bem estranho ouvir minha voz numa gravação, e que cometi no mínimo dois erros: usei uma notícia de jornal e falei rápido demais. A reportagem escrita para o jornal tem outro "perfil", as frases são mais longas e ficou bem confuso quando lida, e é claro, falar rápido prejudica o entendimento das pessoas.
A partir dessa aula, nós fizemos um pequeno teste, para quinta-feira fazermos um programa de rádio de verdade. Nosso grupo, assim como os outros, sustentará vinte minutos na Rádio Fam! Estamos todos com um friozinho na barriga, uma pontinha de insegurança, mas temos segurança que vamos conseguir, boa sorte pra nós! Eu volto para contar como foi, abraços à todos.

sexta-feira, 14 de maio de 2010

Bom dia! Hoje eu venho, muito aliviada, contar pra vocês que terminamos o projeto do jornal. Ontem foi feita a diagramação, daremos uma revisada breve na próxima na aula e, ufaa, rumo a gráfica. Nossa editoria (polícia) ocupa com duas págidas, sendo uma ocupada pela reportagem sobre o GATE - que ficou muito interessante. A outra, divida entre o tema do crack e o trabalho dentro da Delegacia da Mulher.

Como nos previniram os nossos professores, o jornal deu bastante trabalho. Porém, é uma experiência muito legal. Fiquei responsável pela matéria da Delegacia, então aprendi sobre a rotina de trabalho, de como funcionam os departamentos da instituição e tabém tomei conhecimentos dos problemas recorrentes da falta de apoio da prefeitura e do governo do estado. Fui muito bem recebida e gostaria de registrar o meu agradecimento a Delegada Titular Nadine Farias e a minha colega Thyeny Framil, que agendou a minha entrevista.

Na segunda parte da aula, o assunto foi o Rádio. Seguindo a didática usada para estudar os outros meio, começamos com uma pequena retrospectiva de sua história, até o seu funcionamento, etc.

Ainda sobre o rádio, dividiremos a turma em quatro e sustentaremos programa de mais de uma hora na Rádio Fun - medo, hehe. Brincadeira à parte, este será outro trabalho de muito aprendizado e dinamismo.
Até a próxima postagem!

sexta-feira, 23 de abril de 2010

Por enquanto.

Hello! A postagem de hoje vai ser breve, pois não tenho muitas novidades. Na aula de ontem, assim como acontecerá nas próximas, o pessoal trabalhou no jornal. Eu e as gurias do meu grupo passamos para o computador um material de uma das nossas pautas e escrevemos um pouco a respeito. Essa, como está mais encaminhada, eu já posso dividir com vocês. Três integrantes do nosso grupo fizeram uma visita ao GATE, e uma das reportagens vai falar sobre o treinamento e o trabalho deles. Se eu contar mais muita coisa, vou apanhar, hehehe. Bom final de semana pra todo mundo, beijo!

quinta-feira, 22 de abril de 2010

NOVAS IDÉIAS

Oi pessoal, me perdoem a demora para postagem da última aula, que foi dia 15, quinta-feira, como de costume. Tivemos uma semana consideravelmente movimentada na faculdade, com direito a prova de RP (Relações Públicas) e entrega de trabalho na disciplina de Introdução ao Jornalismo. A noite da aula não fugiu à regra da semana e, ao meu ver, foi também bastante produtiva.

Nos trinta primeiros minutos, debatemos sobre alguns textos do Ricardo Noblat - um fragmento do livro A Arte de Fazer um Jornal Diário. Achei muito acertada a escolha desse material, pois ele traz várias idéias em formato relativamente curto e de fácil leitura. O autor levanta temas como as possíveis adaptaçãoes dos jornais de hoje para agradar mais ao leitor; o direito de um jornalista usar determinados métodos (como mentir a respeito de sua identidade e usar câmeras escondidas) para conseguir uma matéria, etc.
Todos temas delicados e, é claro, não entramos em um consenso sobre nenhum deles. Mas nos abrimos para novas idéias, tomamos conhecimento de pensamentos diferentes dos nossos e a tendência é que isto ocorra cada vez mais.

Na segunda etapa da aula, descemos para assistir a uma palestra com os jornalistas Luciano Nagel e Victor Hugo Sànchez, sobre a cobertura de catástrofes. Luciano é profissional da Record e da Rádio Guaíba, e foi por vontade própria ao Chile, para nos mostrar a tragédia da população. Lá conheceu Victor Hugo, da única rádio chilena que estava em funcionamento, RTL. Eles nos mostraram várias fotos do Chile pós-terremoto e um pequeno vídeo de Nagel em meio a um tremor. Foi uma experiência riquíssima que eles dividiram conosco, falaram desde as dificuldades para transmissão das notícias até o lado humano do jornalista, que precisa conviver com várias dificuldades e aulixiar, da melhor forma possível, as pessoas ao seu redor.

Já no laboratório, hora de começar a desenvolver o nosso jornal. Como não nos restou muito tempo, conseguimos apenas nos dividir em editorias - opinião, mundo, geral, esportes, polícia, política, economia - e conversar brevemente com os nossos respectivos grupos. Trabalharemos ainda durante algumas aulas em cima disso. Eu e mais cinco colegas ficamos responsáveis pela parte de polícia e já definimos três pautas que serão divulgadas pra vocês assim que as matérias começarem a tomar forma.

Sabemos que a montagem de um jornal não é fácil. Estamos aprendendo a trabalhar em equipe, a correr contra o relógio. Mas como é bom sentir como se fôssemos jornalistas, pois essa tarefa tem um "gostinho" de trabalho de verdade. Esperamos que dê tudo certo. Até mais!

terça-feira, 13 de abril de 2010

Sobre o Jornal

Na última aula, dia 8 de abril, o assunto proposto era o ciclo de funcionamento de um jornal. Foi muito legal entender melhor esse veículo, que deve ser "fechado" até as duas da manhã para ser impresso e distribuído até as seis horas. Ganhamos também uma noção de como funciona uma redação, suas hierarquias e divisões, o horário de cada "setor". Mas fomos além dessas informações: foi lançado um questionamento sobre o possível desaparecimento do jornal.
É inegável que ele tem algumas dificuldades. Com prazo para ser encerrado, um fato que ocorreu depois fica fora da edição; o papel utilizado para sua impressão é importado e caro; a sua distribuição é demorada. Mas a importância deste meio de comunicação é muito grande - foi ele quem deu o nome a profissão do jornalismo. Então dá pra se ter uma idéia da discussão que isso gerou em sala de aula, o que foi muito positivo, porque assim vemos as coisas de diversos ângulos.
Mas, acredito eu, que a resposta para o dilema já existe e não representaria o fim do jornal, mas uma adequação do mesmo. O e-paper foi mostrado pelos professores e trata-se de um dispositivo eletrônico que se parece com uma folha de papel e pode ser utilizado para ler textos carregados na memória. Ele supre as principais reivindicações dos defensores do jornal-papel: não cansa os olhos, como os computadores; pode ser lido em qualquer lugar; podemos tocá-lo de forma muito semelhane ao papel. Ele seria mais econômico e mais ecológico. Claro que esta é uma tecnologia relativamente nova, ainda de alto custo e com seus problemas também. Mas, como toda novidade tecnológica, tende a baixar de preço e já se têm profissionais em diversas partes do mundo trabalhando para sua melhora.
Não podemos lutar contra o futuro, contra o desenvolvimento, resta fazer isso de forma consciente e responsável. Devemos tirar tudo de bom que a tecnologia nos oferece, e ter cuidado com uma possível dependência dela. O e-paper é só um pedacinho das grandes evoluções que estamos vivendo. O mundo se modificou e as informações estão cada vez mais rápidas, e em maior quantidade. Jornalistas e futuros profissionais da área precisam se atualizar e estar preparados para quando mais mudanças ocorrerem. Devem fazer da evolução uma aliada um prol da boa comunicação. Sempre conscientes da importância dessa profissão, trabalhando com respeito à verdade. O veículo, é só uma questão de adaptação.

sexta-feira, 9 de abril de 2010

Beginning

Olá, visitante. Sou Ágatha Donini, estudante do primeiro semestre de Jornalismo da PUC/RS. Este blog pretende passar à você um apanhado dos conteúdos vistos em sala de aula, na disciplina de Laboratório Jornalístico, com os professores Eduardo Pellanda e Cláudio Mércio. A matéria aqui terá o acréscimo da minhas impressões pessoais e, talvez, o limite da minha compreensão. Mas, tenha certeza, ganhará a espontaneidade e o apego dedicados a um diário, e a seriedade necessária a uma futura jornalista. Espero que goste, obrigada!