sexta-feira, 23 de abril de 2010

Por enquanto.

Hello! A postagem de hoje vai ser breve, pois não tenho muitas novidades. Na aula de ontem, assim como acontecerá nas próximas, o pessoal trabalhou no jornal. Eu e as gurias do meu grupo passamos para o computador um material de uma das nossas pautas e escrevemos um pouco a respeito. Essa, como está mais encaminhada, eu já posso dividir com vocês. Três integrantes do nosso grupo fizeram uma visita ao GATE, e uma das reportagens vai falar sobre o treinamento e o trabalho deles. Se eu contar mais muita coisa, vou apanhar, hehehe. Bom final de semana pra todo mundo, beijo!

quinta-feira, 22 de abril de 2010

NOVAS IDÉIAS

Oi pessoal, me perdoem a demora para postagem da última aula, que foi dia 15, quinta-feira, como de costume. Tivemos uma semana consideravelmente movimentada na faculdade, com direito a prova de RP (Relações Públicas) e entrega de trabalho na disciplina de Introdução ao Jornalismo. A noite da aula não fugiu à regra da semana e, ao meu ver, foi também bastante produtiva.

Nos trinta primeiros minutos, debatemos sobre alguns textos do Ricardo Noblat - um fragmento do livro A Arte de Fazer um Jornal Diário. Achei muito acertada a escolha desse material, pois ele traz várias idéias em formato relativamente curto e de fácil leitura. O autor levanta temas como as possíveis adaptaçãoes dos jornais de hoje para agradar mais ao leitor; o direito de um jornalista usar determinados métodos (como mentir a respeito de sua identidade e usar câmeras escondidas) para conseguir uma matéria, etc.
Todos temas delicados e, é claro, não entramos em um consenso sobre nenhum deles. Mas nos abrimos para novas idéias, tomamos conhecimento de pensamentos diferentes dos nossos e a tendência é que isto ocorra cada vez mais.

Na segunda etapa da aula, descemos para assistir a uma palestra com os jornalistas Luciano Nagel e Victor Hugo Sànchez, sobre a cobertura de catástrofes. Luciano é profissional da Record e da Rádio Guaíba, e foi por vontade própria ao Chile, para nos mostrar a tragédia da população. Lá conheceu Victor Hugo, da única rádio chilena que estava em funcionamento, RTL. Eles nos mostraram várias fotos do Chile pós-terremoto e um pequeno vídeo de Nagel em meio a um tremor. Foi uma experiência riquíssima que eles dividiram conosco, falaram desde as dificuldades para transmissão das notícias até o lado humano do jornalista, que precisa conviver com várias dificuldades e aulixiar, da melhor forma possível, as pessoas ao seu redor.

Já no laboratório, hora de começar a desenvolver o nosso jornal. Como não nos restou muito tempo, conseguimos apenas nos dividir em editorias - opinião, mundo, geral, esportes, polícia, política, economia - e conversar brevemente com os nossos respectivos grupos. Trabalharemos ainda durante algumas aulas em cima disso. Eu e mais cinco colegas ficamos responsáveis pela parte de polícia e já definimos três pautas que serão divulgadas pra vocês assim que as matérias começarem a tomar forma.

Sabemos que a montagem de um jornal não é fácil. Estamos aprendendo a trabalhar em equipe, a correr contra o relógio. Mas como é bom sentir como se fôssemos jornalistas, pois essa tarefa tem um "gostinho" de trabalho de verdade. Esperamos que dê tudo certo. Até mais!

terça-feira, 13 de abril de 2010

Sobre o Jornal

Na última aula, dia 8 de abril, o assunto proposto era o ciclo de funcionamento de um jornal. Foi muito legal entender melhor esse veículo, que deve ser "fechado" até as duas da manhã para ser impresso e distribuído até as seis horas. Ganhamos também uma noção de como funciona uma redação, suas hierarquias e divisões, o horário de cada "setor". Mas fomos além dessas informações: foi lançado um questionamento sobre o possível desaparecimento do jornal.
É inegável que ele tem algumas dificuldades. Com prazo para ser encerrado, um fato que ocorreu depois fica fora da edição; o papel utilizado para sua impressão é importado e caro; a sua distribuição é demorada. Mas a importância deste meio de comunicação é muito grande - foi ele quem deu o nome a profissão do jornalismo. Então dá pra se ter uma idéia da discussão que isso gerou em sala de aula, o que foi muito positivo, porque assim vemos as coisas de diversos ângulos.
Mas, acredito eu, que a resposta para o dilema já existe e não representaria o fim do jornal, mas uma adequação do mesmo. O e-paper foi mostrado pelos professores e trata-se de um dispositivo eletrônico que se parece com uma folha de papel e pode ser utilizado para ler textos carregados na memória. Ele supre as principais reivindicações dos defensores do jornal-papel: não cansa os olhos, como os computadores; pode ser lido em qualquer lugar; podemos tocá-lo de forma muito semelhane ao papel. Ele seria mais econômico e mais ecológico. Claro que esta é uma tecnologia relativamente nova, ainda de alto custo e com seus problemas também. Mas, como toda novidade tecnológica, tende a baixar de preço e já se têm profissionais em diversas partes do mundo trabalhando para sua melhora.
Não podemos lutar contra o futuro, contra o desenvolvimento, resta fazer isso de forma consciente e responsável. Devemos tirar tudo de bom que a tecnologia nos oferece, e ter cuidado com uma possível dependência dela. O e-paper é só um pedacinho das grandes evoluções que estamos vivendo. O mundo se modificou e as informações estão cada vez mais rápidas, e em maior quantidade. Jornalistas e futuros profissionais da área precisam se atualizar e estar preparados para quando mais mudanças ocorrerem. Devem fazer da evolução uma aliada um prol da boa comunicação. Sempre conscientes da importância dessa profissão, trabalhando com respeito à verdade. O veículo, é só uma questão de adaptação.

sexta-feira, 9 de abril de 2010

Beginning

Olá, visitante. Sou Ágatha Donini, estudante do primeiro semestre de Jornalismo da PUC/RS. Este blog pretende passar à você um apanhado dos conteúdos vistos em sala de aula, na disciplina de Laboratório Jornalístico, com os professores Eduardo Pellanda e Cláudio Mércio. A matéria aqui terá o acréscimo da minhas impressões pessoais e, talvez, o limite da minha compreensão. Mas, tenha certeza, ganhará a espontaneidade e o apego dedicados a um diário, e a seriedade necessária a uma futura jornalista. Espero que goste, obrigada!